Carros mais desejados de 2026 revelam mudança no comportamento do consumidor brasileiro

Carros mais desejados de 2026 revelam mudança no comportamento do consumidor brasileiro

Uma pesquisa realizada pela Webmotors revelou quais são os carros mais desejados pelos brasileiros para 2026. O levantamento foi conduzido de forma on-line, com a participação de 500 pessoas em todo o país, e aponta que a preferência dos consumidores reflete o avanço da inovação tecnológica e da transição energética, sem deixar de lado modelos já consolidados no mercado.

De acordo com o estudo, o BYD Dolphin lidera o ranking, com 16,77% das menções. O resultado indica o crescimento do interesse por veículos elétricos em um cenário de transformação tecnológica e maior preocupação com a sustentabilidade. Na sequência, aparecem o Honda Civic, com 14,91%, e o Toyota Corolla, com 13,04%, demonstrando que sedãs tradicionais continuam entre os mais desejados pelos brasileiros.

O ranking ainda inclui Hyundai Creta, Toyota Hilux e BYD Song Plus, todos com 9,32%, seguidos por Hyundai HB20, com 8,07%, Jeep Renegade, com 6,83%, e BMW X6, com 5,59%. A diversidade da lista mostra a coexistência entre modelos eletrificados, utilitários esportivos, picapes, hatches e veículos de luxo.

No recorte por marcas, a liderança da BYD também se mantém. A fabricante aparece à frente de montadoras tradicionais e consolidadas no país, como Toyota, BMW, Honda e Hyundai, evidenciando o fortalecimento da marca chinesa na preferência do consumidor brasileiro.

Segundo a pesquisa, 69% dos entrevistados afirmaram que buscam conforto e qualidade de vida ao escolher uma marca. A inovação foi citada por 60% dos participantes, e o design moderno e diferenciado, por 56%. Quando questionados sobre o futuro da mobilidade, 65,60% apontaram interesse em carros com mais tecnologia e conectividade, 59,60% mencionaram menor impacto ambiental, e 51,80% destacaram a busca por veículos mais econômicos. Também foram citados maior estrutura de segurança, melhor desempenho e dirigibilidade, além de modelos mais espaçosos e versáteis.

A pesquisa contou com índice de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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